Crônicas e Poemas

APESAR DA MONOGAMIA! O direito, a moral, a religião e os costumes no Brasil não toleram a poligamia, embora haja situações fáticas poligâmicas por aí.

“O BRASIL É UMA CRIANÇA QUE ENGATINHA; SÓ COMECARÁ A ANDAR QUANDO ESTIVER CORTADO DE ESTRADAS DE FERRO”: “Não se fazem os povos para os governos, mas os governos para os povos.”

A MAGISTRATURA NÃO É A ÚLTIMA FLOR DO DESERTO. Melhor sair em busca de um jardim do que ter a insatisfação de uma flor ilusória.

O QUE QUEREM ESTES ASSALTANTES? Da necessidade da conversa para compreender o outro.

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE (… Uns de carro, outros puxando carroça!)

ENCONTROS E POUCOS “BONS DIAS”. A rotina de uma ascensorista do elevador privativo do Fórum. (da série: Crônicas de ascensorista)

DIÁLOGOS COM THEMIS. Quanto temor!

O JUIZ DOIDÃO. Ou, para quem acha que pimenta nos olhos do outro é refresco.

QUANDO A DECISÃO POUCO IMPORTA. Pode não se ter mais tempo de ser livre. (crônicas de ascensorista)

FUNÇÃO SOCIAL DO DIREITO PENAL. Ou o social direito para quem pena.

O MOTORISTA. Como são conduzidos alguns privilégios e as relações sociais na República.

A ENFERMIDADE DO DESEMBARGADOR. (crônicas de ascensorista)

E AGORA LUZINETE? Gerações de mulheres entregues a própria sorte. (da série: Mulheres presas)

HOMENS VISÍVEIS E SUAS VESTES TALHARES (quantos homens tornam-se invisíveis por suas vestes rudimentares)

COMO SÃO DITAS AS DECISÕES JUDICIAIS. O ato de julgar é um ato de sentir. Onde não alteridade, não há dor que possa mover sentimentos (da série: Mulheres aprisionadas).

ME DÁ CANTINHO? VÁ PEDIR A SEU VIZINHO? As vaidades nas salas de audiências mais parecem brincadeira de crianças. (da série: Juiz, a sinédoque do Judiciário.)

FUNÇÃO SOCIAL DO DIREITO PENAL (ou o social direito para quem pena)

…ENTÃO ME DIGA SE VOCÊ FOSSE EU? (Que diria de passar um final de semana comum excluído?)

SISTEMA CARCERÁRIO: Problema para discussão em hotel 5 estrelas. (da série: Os destinatários do direito penal)

JUSTIÇA ÉTICA (inspirado no poema Poética de Manuel Bandeira)

ASILO INVIOLÁVEL

INDIFERENÇA HUMANA (ou puro gesto de indignidade)

QUE PENA, MAS É A PENA!

O MEDO E O MAL! (inspirado em Medo Líquido de Zygmunt Bauman)

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